sábado, março 7

Desconheço-me!


Vão escorrendo as horas lentamente. Penso-as uma por uma.

Hoje, no meu quarto, a noite persiste. Se em breve não finda este torpor, não saberei a minha razão.
E sofro, porque pretendo saber-me sempre…

E hoje desconheço-me!

2 comentários:

AugustoMaio disse...

Naqueles espaços em que as sombras se sentem senhoras do tempo e engrossam até um lastro que nos envolve e confunde, perguntamos se quem está a ser somos nós ou a memória, se nos é permitido ficar só com o desejo ou se teremos de identificar todas as incógnitas, até nos descobrirmos.

Luís M. disse...
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